Raimundo Comadeira
Raimundo Nonato Gomes · nasceu em 1953
Raimundo Comadeira se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PRP (2004), DEM (2006–2012), PRP (2018), PATRIOTA (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 71 anos, até o fundamental, pecuarista, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2018, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · TocantinsPRP 44444· direita· na urna, Comadeirasuplente426 votos; 120º mais votado de 207 no estado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · TocantinsDEM 25900· direita· na urna, Comadeirasuplente313 votos; 153º mais votado de 311 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Raimundo Comadeira teve 426 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 120º lugar entre 207 candidatos.
Recebeu votos em 53 cidades. Paraíso do Tocantins deu 56,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Raimundo Comadeira declarou R$ 33,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 1,3 mi, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2024.
- Raimundo ComadeiraR$ 33,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 99,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Raimundo Comadeira declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Monte Santo do Tocantins (TO) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.62573,5%
- Outros candidatosR$ 94626,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Santo do Tocantins (TO), 2024
Mediana da disputa: R$ 38,8 por voto. Quem venceu, Donizete Pereira, gastou R$ 17,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 365; o mais barato, R$ 17,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ana Paula MDBR$ 4,4 mil · 12 votosR$ 365
- Rogério Rezende UNIÃOR$ 11 mil · 126 votosR$ 84,9
- Alessandro Medrado DCR$ 1,7 mil · 29 votosR$ 60,3
- Marcio Do Marcino MDBR$ 3,3 mil · 72 votosR$ 45,6
- Genivaldo B Barros MDBR$ 3,1 mil · 79 votosR$ 38,8
- França Guida MDBR$ 3,1 mil · 124 votosR$ 25,3
- Maria Do Adilson DCR$ 2,5 mil · 123 votosR$ 20,5
- Donizete Pereira DCR$ 2,2 mil · 127 votosR$ 17,2
Votos por real
- 2020, prefeito: 8,5 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 51 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 6,2 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.