Raimundo Caires
Raimundo Humberto Caires Araújo · nasceu em 1936
Raimundo Caires se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2006), PSDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 75 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Raimundo Caires teve 3.440 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 222º lugar entre 550 candidatos.
Recebeu votos em 97 cidades. Salvador deu 49,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Raimundo Caires declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 143 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 364,9 mil acima da inflação.
Declarou 143 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Raimundo CairesR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa em alphavillR$ 1,8 miCasa
- Apartamento situado na rua pernambucoR$ 89,8 milApartamento
- Nissan sentraR$ 32,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- OurocapR$ 3.911Fundo de Investimento Imobiliário
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Raimundo Caires declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 103 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Salvador (BA) · PSDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 19,5 mil64,3%
- EmpresasR$ 10,8 mil35,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,1 mil46,4%
- TransporteR$ 9.06529,9%
- ServiçosR$ 6.49821,4%
- EscritórioR$ 4051,3%
- EventosR$ 2951%
Quanto custou cada voto: vereador, Salvador (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 82,3 por voto. Quem venceu, Waldir Pires, gastou R$ 42,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 238; o mais barato, R$ 42,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chico Lopes PSDBR$ 538 mil · 2.256 votosR$ 238
- Pinheiro Do Sindicato PTR$ 497 mil · 3.170 votosR$ 157
- Ruy Santos PPR$ 446 mil · 4.092 votosR$ 109
- Carballal PTR$ 570 mil · 5.785 votosR$ 98,5
- Paulo Câmara PSDBR$ 794 mil · 8.733 votosR$ 90,9
- Pedro Godinho MDBR$ 605 mil · 6.671 votosR$ 90,7
- Leo Prates DEMR$ 558 mil · 6.787 votosR$ 82,3
- Edvaldo Brito PTBR$ 918 mil · 11.966 votosR$ 76,7
- Dra Fabiola Mansur PSBR$ 456 mil · 6.524 votosR$ 69,9
- Paulo Magalhães Jr PSCR$ 390 mil · 5.991 votosR$ 65
- Heber Santana PSCR$ 567 mil · 8.901 votosR$ 63,6
- Waldir Pires PTR$ 591 mil · 13.801 votosR$ 42,8
Votos por real
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 33 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.