Raimundinha Cabral
Raimunda Ribamar Cabral Soares · nasceu em 1953
Raimundinha Cabral se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Passou por 3 partidos: PDT (2002–2012), PC do B (2016), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputada estadual · MaranhãoPDT 12478· centro-esquerdasuplente4.130 votos; 122º mais votada de 417 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Raimundinha Cabral teve 4.130 votos para deputada estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 122º lugar entre 417 candidatos.
Recebeu votos em 79 cidades. São Luís deu 56,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Raimundinha Cabral declarou R$ 430,5 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 305,8 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Raimundinha CabralR$ 430,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Raimundinha Cabral declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeita: R$ 106 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Cajari (MA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereadora, Cajari (MA), 2024
Mediana da disputa: R$ 3,86 por voto. Quem venceu, Jorge Serra, gastou R$ 0,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 606; o mais barato, R$ 0,83.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joyce Lopes PTR$ 16 mil · 27 votosR$ 606
- Ney Melo MDBR$ 1,1 mil · 4 votosR$ 273
- Dock Lima MDBR$ 1,1 mil · 7 votosR$ 156
- Altemar Lobato PTR$ 4,2 mil · 382 votosR$ 11
- Professor Marnei PTR$ 1,1 mil · 132 votosR$ 8,29
- Enock Da Boa Vista PTR$ 1,1 mil · 265 votosR$ 4,13
- Marinalva De Reginho MOBILIZAR$ 1,4 mil · 351 votosR$ 3,86
- Henrique De Homero MDBR$ 1,6 mil · 587 votosR$ 2,79
- Japi Do Cavaleiro MOBILIZAR$ 711 · 346 votosR$ 2,05
- Biel Lima UNIÃOR$ 1,6 mil · 991 votosR$ 1,66
- Rogerio Do Gas PSDBR$ 1,3 mil · 932 votosR$ 1,38
- Jorge Serra PSDBR$ 680 · 815 votosR$ 0,83
Votos por real
- 2016, vereadora: 144 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 50 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2008, prefeita: 8,4 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 64 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.