Rafael Testa
Rafael Sottili Testa · nasceu em 1978
Rafael Testa se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 26 anos, superior completo, estudante,bolsista, estagiario e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25456· direitasuplente3.415 votos; 276º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Rafael Testa teve 3.415 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 276º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 95 cidades. Erechim deu 71,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rafael Testa declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,1 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Erechim (RS) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.91094,5%
- EscritórioR$ 1633,9%
- TransporteR$ 651,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Erechim (RS), 2004
Mediana da disputa: R$ 14,1 por voto. Quem venceu, Eni, gastou R$ 6,84 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 6,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Menezes PTBR$ 21 mil · 102 votosR$ 201
- De Geroni PPR$ 31 mil · 883 votosR$ 35,1
- Leite PTBR$ 20 mil · 719 votosR$ 27,2
- Polis PTR$ 60 mil · 2.913 votosR$ 20,7
- Carlinda Poletto Farina PTBR$ 33 mil · 1.668 votosR$ 19,5
- Valdemar Loch PTR$ 17 mil · 871 votosR$ 19,3
- Basso PTR$ 25 mil · 1.792 votosR$ 14,1
- Mantovani PPR$ 15 mil · 1.041 votosR$ 14,1
- Anacleto Zanella PTR$ 30 mil · 2.660 votosR$ 11,5
- Zé Da Cruz MDBR$ 17 mil · 1.833 votosR$ 9,33
- Ernani Mello MDBR$ 11 mil · 1.641 votosR$ 6,95
- Eni PPR$ 11 mil · 1.657 votosR$ 6,84
Votos por real
- 2004, vereador: 212 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 2.112 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.