Rafael Piccioni
Rafael Euclides Pavan · nasceu em 1988
Rafael Piccioni se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PATRIOTA (2016), PSL (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 36 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rafael Piccioni declarou R$ 430,9 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 106 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Rafael PiccioniR$ 430,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- alvenariaR$ 215,5 milCasa
- colheitadeiraR$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- trator 7630R$ 57,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- caminhao 1113R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- caminhonete f1000R$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rafael Piccioni declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 8,7 mil, 53% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Douradina (MS) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.64173%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 60727%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.82568,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Douradina (MS), 2024
Mediana da disputa: R$ 36,9 por voto. Quem venceu, Matheus Oliveira, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 911; o mais barato, R$ 11,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandra Alves REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 3 votosR$ 911
- Roberto Alicate REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 11 votosR$ 249
- Marcinha Senas REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 30 votosR$ 91,1
- Cristiani Da Saúde MDBR$ 4 mil · 65 votosR$ 61,1
- Elizeu Narcizo REPUBLICANOSR$ 3,8 mil · 75 votosR$ 51
- Presbítero Braulio REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 72 votosR$ 38
- Chic Chic MDBR$ 3,5 mil · 94 votosR$ 36,9
- Cleverson Baiano REPUBLICANOSR$ 3,8 mil · 151 votosR$ 24,9
- Taroba REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 159 votosR$ 17,2
- Kaique Freire PPR$ 3,6 mil · 210 votosR$ 16,9
- Nal Barroquiel MDBR$ 4,1 mil · 322 votosR$ 12,8
- Matheus Oliveira PLR$ 3,6 mil · 314 votosR$ 11,3
Votos por real
- 2024, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.