Rafael Mesquita
Rafael da Costa Mesquita · nasceu em 1953
Rafael Mesquita se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, auxiliar de escritório e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rafael Mesquita declarou R$ 3,2 mi em bens, em reais de hoje: 110 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 110 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Rafael MesquitaR$ 3,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencial 2 pavimentos na praça padre espindola n. 88R$ 974,8 milCasa
- Casa residencial 2 pavimentos na rua costa gondim n. 66R$ 812,3 milCasa
- Lote situado rua manoel gonçalves n. 100 com area de 963M2R$ 487,4 milTerreno
- Casa residencial a rua justino de souza n. 115R$ 406,2 milCasa
- Casa residencial a rua costa gondim n. 466R$ 324,9 milCasa
- Deposito bancario em conta correnteR$ 162,5 milConta corrente no país
- VW gol 1.0 ano 2010 placa JHS3792R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 13 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rafael Mesquita declarou ao TSE R$ 261 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 257 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pimenta (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.74951%
- PessoasR$ 1.45742,5%
- Outros candidatosR$ 2236,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.97257,5%
- ServiçosR$ 1.45742,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Pimenta (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 36,3 por voto. Quem venceu, Geraldinho Do 2000, gastou R$ 8,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,9; o mais barato, R$ 8,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilson PHSR$ 7 mil · 98 votosR$ 70,9
- Ailson (Tomate) SOLIDARIEDADER$ 7,8 mil · 147 votosR$ 53
- Tim Jk PDTR$ 5,5 mil · 127 votosR$ 43,6
- Athos Do Eli Marcos MDBR$ 7,8 mil · 189 votosR$ 41,4
- Roberto Felipe PDTR$ 4 mil · 102 votosR$ 39,2
- Eli Do Luca (Bileu) PROSR$ 6,8 mil · 173 votosR$ 39
- Sidinho Do Neizão (Corretor) REPUBLICANOSR$ 4,3 mil · 119 votosR$ 36,3
- Breno PDTR$ 12 mil · 391 votosR$ 31,3
- Vilmar Do Duca MDBR$ 5,2 mil · 193 votosR$ 26,9
- Thamyres Costa PDTR$ 7,2 mil · 306 votosR$ 23,6
- Carlinho Do Lavador PTBR$ 7,7 mil · 345 votosR$ 22,4
- Geraldinho Do 2000 PTBR$ 3,6 mil · 423 votosR$ 8,57
Votos por real
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.