Rafael da Piabanha
Rafael Teixeira de Oliveira · nasceu em 1977
Rafael da Piabanha disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Caculé (BA)), pelo AGIR: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rafael da Piabanha declarou R$ 27,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Rafael da PiabanhaR$ 27,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Rafael da Piabanha declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Caculé (BA) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.00867%
- Material impressoR$ 98833%
Quanto custou cada voto: vereador, Caculé (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 15 por voto. Quem venceu, Ari, gastou R$ 9,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,2; o mais barato, R$ 9,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Evaldo Do Pt PTR$ 6,7 mil · 68 votosR$ 99,2
- Dianini Soares PODER$ 12 mil · 337 votosR$ 35,2
- Vivi DEMR$ 14 mil · 555 votosR$ 24,8
- Amadeu Guimarães PSBR$ 9 mil · 392 votosR$ 23
- Luizão DEMR$ 11 mil · 607 votosR$ 18,3
- Nana De Manoel De Maroto PSLR$ 13 mil · 766 votosR$ 16,6
- Salvador Seabra PTR$ 9,2 mil · 616 votosR$ 15
- Sônia Santana DEMR$ 7,7 mil · 530 votosR$ 14,5
- Fabiano De Rael DEMR$ 9,8 mil · 691 votosR$ 14,1
- Tubaina PPR$ 8,8 mil · 788 votosR$ 11,2
- Jeovane Costa PC do BR$ 12 mil · 1.085 votosR$ 11
- Ari AGIRR$ 8,8 mil · 910 votosR$ 9,70
Votos por real
- 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.