Rafael
Rafael Vieira Castello Costa · nasceu em 1979
Rafael se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulMDB 15215· centro· na urna, Rafael Castello Costasuplente7.853 votos; 185º mais votado de 545 no estado
- 2008Vice-prefeito · São Francisco de Paula (RS)MDB 14· centroNa chapa de Juarez Hampelchapa não eleita6.039 votos da chapa, 49,3%
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulMDB 1577· centrosuplente10.704 votos; 86º mais votado de 279 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Rafael teve 7.853 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 185º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 129 cidades. São Francisco de Paula deu 37,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Rafael declarou R$ 57 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 22,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 63% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- RafaelR$ 57 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rafael declarou ao TSE R$ 276 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 186 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · São Francisco de Paula (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 2.16668,8%
- PessoasR$ 89928,5%
- PartidoR$ 842,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.78556,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.08334,4%
- ServiçosR$ 2828,9%
Quanto custou cada voto: vereador, São Francisco de Paula (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 67,1 por voto. Quem venceu, Alexandre Coruja, gastou R$ 40,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 549; o mais barato, R$ 40,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joaquim Figueredo Nunes PTBR$ 37 mil · 67 votosR$ 549
- Rita Umann MDBR$ 18 mil · 87 votosR$ 207
- Alexandre Barcarolo MDBR$ 46 mil · 230 votosR$ 200
- Wladimir - O Seu Vereador MDBR$ 19 mil · 116 votosR$ 162
- Marquinho PTR$ 30 mil · 383 votosR$ 78,4
- Beto Lopes PPR$ 41 mil · 558 votosR$ 74
- Besson PSDR$ 21 mil · 320 votosR$ 67,1
- Tadeu PSDBR$ 27 mil · 477 votosR$ 56,5
- Preá PTR$ 18 mil · 335 votosR$ 54,5
- Lalinho PSDR$ 21 mil · 400 votosR$ 53,3
- Pedro Ivo PPR$ 20 mil · 480 votosR$ 40,8
- Alexandre Coruja PSBR$ 19 mil · 473 votosR$ 40,3
Votos por real
- 2012, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 55 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 58 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.