Apuração
Deputada estadual · 2022 · MDB

Rachel Dourado

Rachel Santana Dourado · nasceu em 1985

Rachel Dourado disputou uma eleição, em 2022, para deputada estadual (Goiás), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,30← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoMDB2022
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 37 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputada estadual · Goiás
    MDB 15500· centro-direita
    suplente1.580 votos; 251º mais votada de 737 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Rachel Dourado teve 1.580 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 251º lugar entre 737 candidatos.

Recebeu votos em 87 cidades. Formosa deu 72,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,5%.

1.580 votos
votos para deputada estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 1.580 votos.
  1. Formosa (GO)1.150 votos72,8%
  2. Goiânia (GO)129 votos8,2%
  3. Aparecida de Goiânia (GO)40 votos2,5%
  4. Planaltina (GO)28 votos1,8%
  5. Anápolis (GO)18 votos1,1%
  6. Outras 72 cidades119 votos7,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Rachel Dourado declarou R$ 294,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 294,4 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 244.377 na declaração)

Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2022.

  • Rachel DouradoR$ 294,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 61,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 294,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2022, Rachel Dourado declarou ao TSE R$ 273 mil em receitas, em reais de hoje, 91% de dinheiro público.

2022 · Deputada estadual · Goiás · MDB · suplente

De onde veio

R$ 273,2 mil
91% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 273,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 23,3 mil8,5%

Para onde foi

R$ 240,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 240,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 10,2 mil4,3%
  2. InternetR$ 7.2063%
  3. OutrosR$ 5480,2%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Goiás, 2022

Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.421; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputada estadual: 6,6 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.