Rabi
Antonio Marcos dos Santos Coqueiro · nasceu em 1975
Rabi se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PSDB (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 37 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Rabi declarou R$ 468,9 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 328,7 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- RabiR$ 468,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rabi declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Ipiguá (SP) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ipiguá (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 57,6 por voto. Quem venceu, Dr João, gastou R$ 28 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.104; o mais barato, R$ 28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luis Henrique PSBR$ 3,1 mil · 1 votosR$ 3.104
- Antonio PODER$ 4,5 mil · 14 votosR$ 325
- Prof.Ana Maria PSBR$ 5,4 mil · 19 votosR$ 284
- Professor Marcos MDBR$ 4,7 mil · 17 votosR$ 274
- Bruzadin PODER$ 3,3 mil · 16 votosR$ 208
- Caixa D Água PDTR$ 3,7 mil · 42 votosR$ 88,8
- Tadeu PSDBR$ 3,3 mil · 57 votosR$ 57,6
- Zeza PSDBR$ 4,5 mil · 88 votosR$ 51
- Edgar PDTR$ 3,1 mil · 69 votosR$ 44,5
- Regiane PSDR$ 4,9 mil · 134 votosR$ 36,8
- Duiz PC do BR$ 2,8 mil · 92 votosR$ 30,5
- Dr João PSDR$ 4,2 mil · 150 votosR$ 28
Votos por real
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.