Queijinho
Domingos Soares · nasceu em 1950
Queijinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 66 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Queijinho declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- QueijinhoR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Queijinho declarou ao TSE R$ 288 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 162.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Vista Alegre do Alto (SP) · CIDADANIA · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Vista Alegre do Alto (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,5 por voto. Quem venceu, Zé Reis, gastou R$ 6,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,2; o mais barato, R$ 6,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Evandro MDBR$ 5,2 mil · 78 votosR$ 66,2
- Pim Investigador CIDADANIAR$ 2,5 mil · 46 votosR$ 54,9
- Antonio Staconi PSDR$ 8,7 mil · 195 votosR$ 44,8
- Romualdo Brito PTBR$ 1,4 mil · 40 votosR$ 36
- Nicassio PTBR$ 1,6 mil · 47 votosR$ 33
- Lemuel Sabino DEMR$ 3,1 mil · 119 votosR$ 26,1
- Mauro Freitas CIDADANIAR$ 2 mil · 87 votosR$ 22,5
- Marcelo Da Auto Escola PTBR$ 3,6 mil · 172 votosR$ 20,8
- Roberto Cesar CIDADANIAR$ 2,4 mil · 213 votosR$ 11,1
- Andre Gaucho MDBR$ 1,4 mil · 138 votosR$ 10,4
- Baroninho Da Ambulancia PTBR$ 1,6 mil · 168 votosR$ 9,72
- Zé Reis PSDR$ 1,9 mil · 310 votosR$ 6,02
Votos por real
- 2012, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.