Apuração
Deputado federal · 2006 · PSB

Pugas

Jose Maria Pugas · nasceu em 1952

Pugas disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Rio de Janeiro), pelo PSB: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSB2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 54 anos, até o fundamental, pescador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PSB 4012· centro-esquerda
    suplente1.920 votos; 311º mais votado de 707 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pugas teve 1.920 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 311º lugar entre 707 candidatos.

Recebeu votos em 60 cidades. Rio de Janeiro deu 22,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,0%.

1.920 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.920 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)429 votos22,3%
  2. São Francisco de Itabapoana (RJ)368 votos19,2%
  3. Rio das Ostras (RJ)257 votos13,4%
  4. São Gonçalo (RJ)205 votos10,7%
  5. Niterói (RJ)103 votos5,4%
  6. Outras 45 cidades154 votos8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Pugas declarou R$ 7.456 em bens, em reais de hoje.

R$ 7.456
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.500 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2006.

  • PugasR$ 7.456
  • Mediana dos candidatosR$ 13,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 881,7 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 7.456. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Pugas declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PSB · suplente

De onde veio

R$ 14,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros candidatosTudo de Vladimir Palmeira 13-RjR$ 4.15328,8%
  2. Próprio bolsoR$ 8906,2%
  3. PessoasR$ 4813,3%

Para onde foi

R$ 14,4 mil
O maior gasto foi com outros: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 6.41344,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2006

Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Fernando Gabeira, gastou R$ 5,09 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,8; o mais barato, R$ 5,09.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 133 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.