Professora Zelinda
Zelinda Brugnera de Tomas · nasceu em 1953
Professora Zelinda se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2002), PTB (2004), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, pedagogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
- 2002Deputada federal · Rio Grande do SulPSDB 4546· centro-direitasuplente3.727 votos; 121º mais votada de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Professora Zelinda teve 3.727 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 121º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 197 cidades. Passo Fundo deu 49,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Zelinda declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Passo Fundo (RS) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.66993,6%
- Outros candidatosR$ 4536,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.89548,7%
- TransporteR$ 2.75346,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2914,9%
Quanto custou cada voto: vereadora, Passo Fundo (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,1 por voto. Quem venceu, Marcio Patussi, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 19,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joane Andreolla MDBR$ 42 mil · 316 votosR$ 133
- Édison Machado MDBR$ 81 mil · 760 votosR$ 107
- Gelson Belke PTBR$ 38 mil · 485 votosR$ 79,2
- Valdo PSBR$ 69 mil · 1.239 votosR$ 55,5
- Paulo Neckle MDBR$ 94 mil · 1.837 votosR$ 51
- Isamar Oliveira PTR$ 41 mil · 1.038 votosR$ 39,3
- João Dos Santos/Galo Do Rádio PSDBR$ 50 mil · 1.311 votosR$ 38,1
- Luiz Miguel PDTR$ 43 mil · 1.548 votosR$ 27,5
- Betinho Toson PSDR$ 47 mil · 1.749 votosR$ 27
- Saul Spinelli PSBR$ 58 mil · 2.517 votosR$ 22,9
- Patric DEMR$ 48 mil · 2.198 votosR$ 21,9
- Marcio Patussi PDTR$ 41 mil · 2.096 votosR$ 19,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 89 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 39 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2002, deputada federal: 268 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.