Apuração
Vereadora · 2020 · PV

Professora Ordália

Ordália Alves de Almeida · nasceu em 1962

Professora Ordália se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PV2018PV2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PV.

Dep. federalVereadoraPartidoPV201620182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Campo Grande (MS)
    PV 43043· centro
    não eleita
  2. 2018
    Deputada federal · Mato Grosso do Sul
    PV 4343· centro· na urna, Prof. Ordalia Dr. Em Educação
    não eleita5.690 votos; 36º mais votada de 117 no estado
  3. 2016
    Vereadora · Campo Grande (MS)
    PV 43043· centro· na urna, Professora Ordalia
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professora Ordália teve 5.690 votos para deputada federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 36º lugar entre 117 candidatos.

Recebeu votos em 69 cidades. Campo Grande deu 72,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,2%.

5.690 votos
votos para deputada federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.690 votos.
  1. Campo Grande (MS)4.106 votos72,2%
  2. Dourados (MS)172 votos3%
  3. Sidrolândia (MS)80 votos1,4%
  4. Chapadão do Sul (MS)75 votos1,3%
  5. São Gabriel do Oeste (MS)73 votos1,3%
  6. Outras 54 cidades614 votos10,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Professora Ordália declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 833.918 na declaração)

Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.

  • Professora OrdáliaR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Lote de terrenoR$ 359,1 mil
    Terreno
  2. Sala comercialR$ 254,9 mil
    Sala ou conjunto
  3. Apartamento do residencial são linoR$ 175,4 mil
    Apartamento
  4. 01 Apartamento residencial boulevardR$ 173,3 mil
    Apartamento
  5. Sala, 126 - edifício miami center - brasília/dfR$ 147,6 mil
    Sala ou conjunto
  6. Véiculo hrv ex cvt 4X21R$ 43,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. 01 Lote de terrenoR$ 30,9 mil
    Terreno
  8. 20% Do apartamento do residencial são linoR$ 8.403
    Apartamento
  9. 01 Lote de terreno na rua getulina Q20 L10FR$ 5.190
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Ordália declarou ao TSE R$ 128 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 59 mil, 63% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Campo Grande (MS) · PV · não eleita

De onde veio

R$ 58,7 mil
63% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 58,7 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 36,8 mil62,7%
  2. PessoasR$ 16,1 mil27,5%
  3. PartidoR$ 5.7299,8%

Para onde foi

R$ 49,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 49,2 mil.
  1. PessoalR$ 26 mil53%
  2. Material impressoR$ 6.58813,4%
  3. TransporteR$ 6.36813%
  4. OutrosR$ 6.21312,6%
  5. InternetR$ 1.9113,9%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 1.4152,9%
  7. EscritórioR$ 6311,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Campo Grande (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 65,3 por voto. Quem venceu, Prof. João Rocha, gastou R$ 40,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 166; o mais barato, R$ 40,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
  • 2018, deputada federal: 189 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 63 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.