Professora Micheli
Maria Micheli Mocelin · nasceu em 1975
Professora Micheli se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2012–2014), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputada estadual · ParanáPT 13456· centro-esquerdasuplente6.871 votos; 161º mais votada de 738 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Professora Micheli teve 6.871 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 161º lugar entre 738 candidatos.
Recebeu votos em 200 cidades. Colombo deu 73,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professora Micheli declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Professora MicheliR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Micheli declarou ao TSE R$ 278 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputada estadual: R$ 194 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Colombo (PR) · MDB · não eleita
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,7 mil84,1%
- PessoasR$ 2.59115,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,9 mil73,3%
- TransporteR$ 4.04824,9%
- ServiçosR$ 1621%
- EscritórioR$ 1340,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Colombo (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 44,8 por voto. Quem venceu, Angelo Betinardi, gastou R$ 18,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 18,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanderlei Trentini PPR$ 80 mil · 468 votosR$ 171
- Paraguai AVANTER$ 47 mil · 361 votosR$ 129
- Ratinho SOLIDARIEDADER$ 48 mil · 743 votosR$ 64
- Eurico Dino PLR$ 83 mil · 1.348 votosR$ 61,3
- Gilberto Agrolombo PSCR$ 41 mil · 775 votosR$ 52,9
- Edson Baggio AGIRR$ 39 mil · 832 votosR$ 47,5
- Gilson Silva PDTR$ 35 mil · 773 votosR$ 44,8
- Helio Feitosa PSCR$ 48 mil · 1.171 votosR$ 41
- Renato Da Farmacia DCR$ 59 mil · 1.620 votosR$ 36,4
- Alan Tattoo MDBR$ 35 mil · 1.187 votosR$ 29,4
- Anderson Prego PTR$ 37 mil · 1.320 votosR$ 27,7
- Angelo Betinardi AGIRR$ 32 mil · 1.757 votosR$ 18,2
Votos por real
- 2016, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2014, deputada estadual: 35 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.