Apuração
Vereadora · 2016 · MDB

Professora Marimília

Marimília Casa Costa Coelho · nasceu em 1967

Professora Marimília disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Lages (SC)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoMDB2016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Lages (SC)
    MDB 15015· centro-direita
    suplente1.302 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professora Marimília declarou R$ 182,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 182,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 112.416 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • Professora MarimíliaR$ 182,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 182,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Professora Marimília declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereadora · Lages (SC) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 13 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 11,5 mil88,4%
  2. PessoasR$ 9727,5%
  3. Outros candidatosR$ 4053,1%
  4. PartidoR$ 1311%

Para onde foi

R$ 12,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,9 mil.
  1. Material impressoR$ 7.95561,8%
  2. TransporteR$ 2.82121,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.53811,9%
  4. ServiçosR$ 5684,4%

Quanto custou cada voto: vereadora, Lages (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 33,9 por voto. Quem venceu, Lucas Neves, gastou R$ 4,88 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,6; o mais barato, R$ 4,88.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jacinto Bet PPR$ 37 mil · 457 votosR$ 81,6
  • Francisco Küster Junior PLR$ 30 mil · 439 votosR$ 68
  • Pastor Mendes MDBR$ 34 mil · 620 votosR$ 54,3
  • João Cardoso PPR$ 43 mil · 984 votosR$ 43,7
  • Suzana CIDADANIAR$ 50 mil · 1.433 votosR$ 35
  • Adilson Appolinario PSDBR$ 34 mil · 1.002 votosR$ 34,2
  • Claudia Bassin PROSR$ 34 mil · 992 votosR$ 33,9
  • Nilton Freitas PTBR$ 34 mil · 1.284 votosR$ 26,2
  • Mauricio Batalha CIDADANIAR$ 39 mil · 1.520 votosR$ 26
  • Thiago Oliveira MDBR$ 50 mil · 1.953 votosR$ 25,5
  • Luiz Marin PPR$ 30 mil · 1.275 votosR$ 23,3
  • Lucas Neves PPR$ 30 mil · 6.192 votosR$ 4,88

Votos por real

  • 2016, vereadora: 101 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.