Margarida Professora
Margarida de Barros Melo Santos · nasceu em 1964
Margarida Professora se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Margarida Professora declarou R$ 235,6 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Margarida Professora declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 8,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Pombos (PE) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.50653,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 64823%
- ServiçosR$ 64823%
- EscritórioR$ 190,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pombos (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 14,6 por voto. Quem venceu, Baibado Da Fruta, gastou R$ 7,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,7; o mais barato, R$ 7,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toinho Coronel PSDBR$ 9,7 mil · 307 votosR$ 31,7
- Professor Roberval PRTBR$ 5,4 mil · 172 votosR$ 31,5
- Aglailson Da Carne PSLR$ 18 mil · 573 votosR$ 30,9
- Claudio Locutor PPR$ 5 mil · 254 votosR$ 19,8
- Marcos De Porteiras PC do BR$ 9,3 mil · 541 votosR$ 17,1
- Edinho Do Cd MDBR$ 6 mil · 385 votosR$ 15,6
- Marcelo Do Bar MDBR$ 8,7 mil · 593 votosR$ 14,6
- Beto Da Ambulância PTBR$ 13 mil · 926 votosR$ 14,5
- Daniel Da Igreja REPUBLICANOSR$ 7,6 mil · 569 votosR$ 13,4
- Alessander Torres PSDR$ 6,3 mil · 586 votosR$ 10,8
- Nida De Manga Rosa Pé De Serra PSDBR$ 6,4 mil · 666 votosR$ 9,63
- Baibado Da Fruta AGIRR$ 4,6 mil · 606 votosR$ 7,62
Votos por real
- 2016, vereadora: 62 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.