Professora Edna
Edna Teixeira Martins · nasceu em 1969
Professora Edna se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professora Edna declarou R$ 867,1 mil em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 391,6 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Professora EdnaR$ 867,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um terreno 80X100 m localizado na BR 222 itapecuruR$ 487,4 milTerreno
- Uma casa residencial localizada na rua coronel catão n° 13R$ 324,9 milCasa
- Um veiculo fiat estrada adventure 1.8 cor verde sava placa…R$ 37,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo traxx cor brancaR$ 9.261Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo moto C100 ano 2010R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Edna declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Itapecuru Mirim (MA) · PC do B · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 42550%
- Material impressoR$ 41048,3%
- EscritórioR$ 141,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Itapecuru Mirim (MA), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,9 por voto. Quem venceu, Nilsinho De Sebastiana, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 372; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dijé PATRIOTAR$ 7,1 mil · 19 votosR$ 372
- Rogerio Da Miquilina PATRIOTAR$ 7,1 mil · 61 votosR$ 116
- Leudiane PATRIOTAR$ 7,1 mil · 68 votosR$ 104
- Ricardo Do Jr PTR$ 29 mil · 292 votosR$ 98,6
- Dilma Do Entroncamento PATRIOTAR$ 7,1 mil · 103 votosR$ 68,7
- Helio Lucena PC do BR$ 26 mil · 600 votosR$ 43,8
- Reizinha Do Tabuleirao PATRIOTAR$ 7,1 mil · 245 votosR$ 28,9
- Paizinha Aragão PATRIOTAR$ 7,1 mil · 260 votosR$ 27,2
- Maria Domingas PATRIOTAR$ 7,1 mil · 358 votosR$ 19,9
- Nilsinho De Sebastiana PATRIOTAR$ 12 mil · 603 votosR$ 19,7
- Rogerio Maluf PATRIOTAR$ 7,1 mil · 367 votosR$ 19,3
- Alexandre Do Kid PATRIOTAR$ 7,1 mil · 390 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2020, vereadora: 199 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 125 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.