Professora Edilza Fontes
Edilza Joana Oliveira Fontes · nasceu em 1957
Professora Edilza Fontes se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2010), PC do B (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputada estadual · ParáPT 13113· centro-esquerdasuplente12.509 votos; 86º mais votada de 460 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Professora Edilza Fontes teve 12.509 votos para deputada estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 86º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 139 cidades. Belém deu 23,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Professora Edilza Fontes declarou R$ 439,3 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2010 e 2012, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.
- Professora Edilza FontesR$ 439,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professora Edilza Fontes declarou ao TSE R$ 416 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 272 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Belém (PA) · PC do B · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 58,3 mil40,5%
- Próprio bolsoR$ 43,3 mil30,1%
- PessoasR$ 28,2 mil19,6%
- PartidoR$ 14,2 mil9,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 61,8 mil42,9%
- TransporteR$ 35,4 mil24,6%
- Material impressoR$ 33,3 mil23,1%
- EventosR$ 5.6323,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.0742,8%
- EscritórioR$ 2.7031,9%
- OutrosR$ 1.0610,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Belém (PA), 2012
Mediana da disputa: R$ 47,4 por voto. Quem venceu, Marinor Brito, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.391; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Giowana Nauar PSCR$ 890 mil · 372 votosR$ 2.391
- Sandra Beckman CIDADANIAR$ 182 mil · 821 votosR$ 222
- Sofia Couto MOBILIZAR$ 166 mil · 1.902 votosR$ 87,2
- Morgado PLR$ 169 mil · 1.977 votosR$ 85,3
- Ivanise PTR$ 358 mil · 5.839 votosR$ 61,4
- Bispo Rocha MDBR$ 383 mil · 7.032 votosR$ 54,4
- Thiago Araujo CIDADANIAR$ 374 mil · 7.895 votosR$ 47,4
- Gustavo Sefer PLR$ 200 mil · 4.578 votosR$ 43,7
- Dr. Abel Loureiro DEMR$ 176 mil · 4.999 votosR$ 35,2
- Paulo Bengtson PTBR$ 222 mil · 8.197 votosR$ 27,1
- Pastor Raul Batista REPUBLICANOSR$ 217 mil · 10.733 votosR$ 20,2
- Marinor Brito PSOLR$ 272 mil · 21.723 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2012, vereadora: 14 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 46 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.