Apuração
Vereadora · 2012 · PSC

Professora Dina

Dina Costa Martins · nasceu em 1957

Professora Dina se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PSC2012PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSC (2008–2012).

VereadoraPartidoDEMPSC20042006200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSC 20369· direita
    suplente
  2. 2008
    PSC 20369· direita· na urna, Prof. Dina
    suplente140 votos
  3. 2004
    DEM 25666· direita· na urna, Dina
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Professora Dina declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.

Em 2012, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2008.

  • Professora DinaR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 51,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 119 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Dina declarou ao TSE R$ 5,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 2,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereadora · Olinda Nova do Maranhão (MA) · PSC · suplente

De onde veio

R$ 671
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 671
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, Olinda Nova do Maranhão (MA), 2012

Mediana da disputa: R$ 21,2 por voto. Quem venceu, Macilene, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 8,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 124 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 48 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 52 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.