Professora Ângela Melo
Angela Maria de Melo · nasceu em 1956
Professora Ângela Melo se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleita em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2020.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor amarela. A cor declarada mudou: parda em 2018, amarela em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputada federal · SergipePT 1390· esquerda· na urna, Professora Ângelasuplente13.528 votos; 15º mais votada de 110 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Professora Ângela Melo teve 13.528 votos para deputada federal, 1,4% dos votos válidos do estado: 15º lugar entre 110 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Aracaju deu 42,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 72,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professora Ângela Melo declarou R$ 155,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 11,2 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professora Ângela Melo declarou ao TSE R$ 204 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada federal: R$ 112 mil, 92% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Aracaju (SE) · PT · eleita
De onde veio
- Pessoas29 pessoas, não nomeadasR$ 20,5 mil22,1%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Marcio Costa Macedo PrefeitoR$ 11,8 mil12,7%
- Fundo partidárioR$ 10,1 mil10,9%
- Próprio bolsoR$ 2.8303,1%
Para onde foi
- Serviços36 pessoas, não nomeadasR$ 25,7 mil39,7%
- TransporteR$ 4.6327,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0611,6%
- PessoalR$ 8041,2%
- EscritórioR$ 370,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Aracaju (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 69,3 por voto. Quem venceu, Nitinho, gastou R$ 29,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 414; o mais barato, R$ 29,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tathiane Araujo PSBR$ 142 mil · 343 votosR$ 414
- Ana Alves DEMR$ 254 mil · 832 votosR$ 305
- Mendonça Prado PDTR$ 163 mil · 1.051 votosR$ 155
- Pedrinho Barreto PLR$ 144 mil · 975 votosR$ 148
- Jefferson Lima PTR$ 128 mil · 1.543 votosR$ 82,7
- Rosman Pereira PPR$ 122 mil · 1.765 votosR$ 69,3
- Fabiano Oliveira PPR$ 205 mil · 2.974 votosR$ 69
- Camilo PTR$ 97 mil · 1.861 votosR$ 52,2
- Dra Emília Corrêa PATRIOTAR$ 256 mil · 5.025 votosR$ 51
- Breno Garibalde DEMR$ 114 mil · 3.781 votosR$ 30
- Nitinho PSDR$ 141 mil · 4.720 votosR$ 29,8
Votos por real
- 2020, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputada federal: 123 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.