Prof Willian Cezar
Willian Cezar de Castro Padela · nasceu em 1980
Prof Willian Cezar se candidatou em 5 eleições, de 2010 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PT (2010–2012), PSB (2016), PL (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 44 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPT 13688· centro-esquerdasuplente1.183 votos; 523º mais votado de 1.514 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Prof Willian Cezar teve 1.183 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 523º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Itaguaí deu 68,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Prof Willian Cezar declarou R$ 454,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 146,5 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof Willian Cezar declarou ao TSE R$ 103 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 60 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Itaguaí (RJ) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- InternetR$ 3.28158,7%
- Material impressoR$ 1.65029,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 65611,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaguaí (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 69,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Farias , gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.500; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mariana Rosa PRDR$ 108 mil · 72 votosR$ 1.500
- Prof Nilce Ramos PODER$ 111 mil · 708 votosR$ 157
- Claudio Rocha PODER$ 75 mil · 828 votosR$ 91
- Silas Cabral PODER$ 52 mil · 594 votosR$ 88
- Elisa Giovanna PODER$ 109 mil · 1.325 votosR$ 82,5
- Micheli Sobral PSDR$ 53 mil · 691 votosR$ 77,4
- Paty Bumerangue PODER$ 103 mil · 1.479 votosR$ 69,9
- Thiago Melo PODER$ 47 mil · 757 votosR$ 62,1
- Rachel Secundo PODER$ 111 mil · 1.840 votosR$ 60,3
- Nisan PSBR$ 47 mil · 1.111 votosR$ 42,7
- Enfermeiro Andre Arede PODER$ 48 mil · 1.358 votosR$ 35
- Guilherme Farias PODER$ 60 mil · 2.325 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2024, vereador: 213 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.