Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Professor Wanderley

Luiz Wanderley Pereira · nasceu em 1948

Professor Wanderley se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2008PSOL2010PSOL2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PT (2002–2004), PSOL (2008–2010), MDB (2016).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTPSOLMDB20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 68 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15956· centro-direita
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · Rondônia
    PSOL 50001· esquerda· na urna, Prof Wanderley
    não eleito49 votos; 282º mais votado de 301 no estado
  3. 2008
    PSOL 50000· esquerda
    não eleito
  4. 2004
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Wanderley do Pt
    não eleito297 votos, 3,7%
  5. 2002
    Deputado estadual · Rondônia
    PT 13987· centro-esquerda· na urna, Wanderley do Pt
    suplente674 votos; 185º mais votado de 327 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Professor Wanderley teve 49 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 282º lugar entre 301 candidatos.

Recebeu votos em 5 cidades. Candeias do Jamari deu 65,3% deles.

49 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 49 votos.
  1. Candeias do Jamari (RO)32 votos65,3%
  2. Porto Velho (RO)14 votos28,6%
  3. Guajará-Mirim (RO)1 voto2%
  4. Pimenta Bueno (RO)1 voto2%
  5. Rolim de Moura (RO)1 voto2%
As outras 1 eleições para deputado

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor Wanderley declarou R$ 341,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 71,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 341,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 210.000 na declaração)

Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2016.

  • Professor WanderleyR$ 341,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 61,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 152,7 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 341,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Wanderley declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Candeias do Jamari (RO) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.043
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.043.
  1. PessoasR$ 1.61979,2%
  2. Próprio bolsoR$ 42420,8%

Para onde foi

R$ 2.043
O maior gasto foi com serviços: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.043.
  1. ServiçosR$ 1.61979,2%
  2. Material impressoR$ 40519,8%
  3. EscritórioR$ 191%

Quanto custou cada voto: vereador, Candeias do Jamari (RO), 2016

Mediana da disputa: R$ 45,5 por voto. Quem venceu, Aussemir, gastou R$ 22,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 22,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dr. Zé Américo PVR$ 17 mil · 167 votosR$ 102
  • Sangela Alencar MDBR$ 13 mil · 139 votosR$ 93,9
  • Sofia Duqueza AGIRR$ 8,1 mil · 102 votosR$ 79,3
  • João Gadelha MDBR$ 8 mil · 152 votosR$ 52,5
  • Nego Do Maranhão REPUBLICANOSR$ 7,8 mil · 158 votosR$ 49,5
  • Cleiton Taxista PSDBR$ 10 mil · 224 votosR$ 46
  • Professor Jadiael PC do BR$ 7,2 mil · 159 votosR$ 45,5
  • Zilmar Domingos PSBR$ 13 mil · 312 votosR$ 42,1
  • Bejim PTBR$ 13 mil · 350 votosR$ 37,8
  • Edcarlos SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 379 votosR$ 35,1
  • Lucivaldo Fabricio DCR$ 10 mil · 326 votosR$ 32
  • Aussemir PSBR$ 7,5 mil · 332 votosR$ 22,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 49 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 78 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.