Apuração
Deputado federal · 2026 · PP

Victório Galli

Victorio Galli Filho · nasceu em 1961

Victório Galli se candidatou em 6 eleições, de 2006 a 2026, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita pelo voto; direita pelo partido

As medidas vão de +0,40 a +0,52 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 70% das votações, e com a maioria do próprio partido em 95%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2015–2019+0,40Pelo partidoPP+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2006MDB2010MDB2014PSC2018PSL2022PTB2026PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2014.

Passou por 5 partidos: MDB (2006–2010), PSC (2014), PSL (2018), PTB (2022), PP (2026).

Dep. federalPartidoMDBPSCPSLPTBPP’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 65 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Mato Grosso
    PP 1123· direita
    suplente12.454 votos; 33º mais votado de 129 no estado
  2. 2022
    Deputado federal · Mato Grosso
    PTB 1422· direita
    não eleito15.570 votos; 30º mais votado de 150 no estado
  3. 2018
    Deputado federal · Mato Grosso
    PSL 1717· direita
    suplente52.947 votos; 5º mais votado de 110 no estado
  4. 2014
    Deputado federal · Mato Grosso
    PSC 2020· direita· na urna, Professor Victório Galli
    eleito64.691 votos; 8º mais votado de 96 no estado
  5. 2010
    Deputado federal · Mato Grosso
    MDB 1523· centro· na urna, Prof. Victorio Galli
    suplente54.387 votos; 12º mais votado de 68 no estado
  6. 2006
    Deputado federal · Mato Grosso
    MDB 1523· centro· na urna, Prof. Victorio Galli
    suplente22.981 votos; 19º mais votado de 92 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Victório Galli teve 12.454 votos para deputado federal, 0,7% dos votos válidos do estado: 33º lugar entre 129 candidatos.

Recebeu votos em 140 cidades. Cuiabá deu 15,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 58,2%.

12.454 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 12.454 votos.
  1. Cuiabá (MT)1.978 votos15,9%
  2. Sorriso (MT)826 votos6,6%
  3. Várzea Grande (MT)673 votos5,4%
  4. Rondonópolis (MT)656 votos5,3%
  5. Tangará da Serra (MT)414 votos3,3%
  6. Outras 125 cidades5.204 votos41,8%
As outras 5 eleições para deputado
15.570 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 15.570 votos.
  1. Cuiabá (MT)1.899 votos12,2%
  2. Pontes e Lacerda (MT)916 votos5,9%
  3. Várzea Grande (MT)705 votos4,5%
  4. Confresa (MT)676 votos4,3%
  5. Rondonópolis (MT)473 votos3%
  6. Outras 122 cidades7.545 votos48,5%
52.947 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 52.947 votos.
  1. Cuiabá (MT)12.298 votos23,2%
  2. Várzea Grande (MT)5.070 votos9,6%
  3. Sinop (MT)1.381 votos2,6%
  4. Rondonópolis (MT)1.245 votos2,4%
  5. Sorriso (MT)1.177 votos2,2%
  6. Outras 125 cidades22.196 votos41,9%
64.691 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 64.691 votos.
  1. Cuiabá (MT)15.260 votos23,6%
  2. Várzea Grande (MT)7.897 votos12,2%
  3. Rondonópolis (MT)2.441 votos3,8%
  4. Tangará da Serra (MT)2.081 votos3,2%
  5. Pontes e Lacerda (MT)1.546 votos2,4%
  6. Outras 124 cidades24.150 votos37,3%
54.387 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 54.387 votos.
  1. Cuiabá (MT)14.612 votos26,9%
  2. Várzea Grande (MT)6.376 votos11,7%
  3. Tangará da Serra (MT)2.011 votos3,7%
  4. Rondonópolis (MT)1.640 votos3%
  5. Pontes e Lacerda (MT)1.293 votos2,4%
  6. Outras 126 cidades19.963 votos36,7%
22.981 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 22.981 votos.
  1. Cuiabá (MT)5.901 votos25,7%
  2. Várzea Grande (MT)3.000 votos13,1%
  3. Juína (MT)597 votos2,6%
  4. Pontes e Lacerda (MT)587 votos2,6%
  5. Peixoto de Azevedo (MT)576 votos2,5%
  6. Outras 114 cidades8.357 votos36,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Victório Galli declarou R$ 3.502 em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2026, o total caiu R$ 105,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3.502
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.474 na declaração)

Declarou 1% da mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso em 2026.

  • Victório GalliR$ 3.502
  • Mediana dos candidatosR$ 318,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3.502. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Victório Galli declarou ao TSE R$ 4,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 1,6 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Mato Grosso · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 1,5 mi
90% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 1,3 mi89,8%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 150,1 mil10,2%

Para onde foi

R$ 1,5 mi
O maior gasto foi com pessoal: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal105 pessoas, não nomeadasR$ 1,1 mi74,3%
  2. TransporteR$ 32,7 mil2,2%
  3. ServiçosR$ 18,6 mil1,3%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 10,5 mil0,7%
  5. EventosR$ 116< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2022

Victório Galli: R$ 94,5 por voto (mediana da disputa, R$ 68,6). Quem venceu, Amália Barros, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 429; o mais barato, R$ 22,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Victório Galli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 11 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 51 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 44 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 369 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.