Apuração
Vereador · 2016 · PRP

Professor Veiga

Joel Pastor Veiga · nasceu em 1969

Professor Veiga se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2010PDT2016PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2008–2010), PRP (2016).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPDTPRP20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Parnamirim (RN)
    PRP 44566· direita
    suplente
  2. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Norte
    PDT 12121· centro-esquerda· na urna, Prof. Joel Pastor Veiga
    suplente653 votos; 80º mais votado de 157 no estado
  3. 2008
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Professor Joel, Joel Pastor
    não eleito232 votos, 3,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Professor Veiga teve 653 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 80º lugar entre 157 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Natal deu 23,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,3%.

653 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 653 votos.
  1. Natal (RN)154 votos23,6%
  2. Nísia Floresta (RN)129 votos19,8%
  3. Goianinha (RN)51 votos7,8%
  4. Serrinha (RN)41 votos6,3%
  5. Parnamirim (RN)34 votos5,2%
  6. Outras 46 cidades70 votos10,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Veiga declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 24 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Parnamirim (RN) · PRP · suplente

De onde veio

R$ 712
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 712
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Parnamirim (RN), 2016

Mediana da disputa: R$ 44,7 por voto. Quem venceu, Thiago Cartaxo, gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 215; o mais barato, R$ 27,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 68 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.