Apuração
Deputado federal · 2018 · PV

Professor Rigobello

Adalberto Carlos Rigobello · nasceu em 1962

Professor Rigobello se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV+0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008CIDADANIA2016PV2018PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2008), PV (2016–2018).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoCIDADANIAPV20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 55 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Paraná
    PV 4399· centro
    suplente5.391 votos; 122º mais votado de 415 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Umuarama (PR)
    PV 43· centro
    não eleito4.935 votos, 9,3%
  3. 2008
    Vereador · Umuarama (PR)
    CIDADANIA 23500· centro
    suplente1.795 votos
  4. 2004
    Vereador · Umuarama (PR)
    CIDADANIA 23500· centro· na urna, Rigobello
    eleito1.212 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professor Rigobello teve 5.391 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 122º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 101 cidades. Umuarama deu 87,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

5.391 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.391 votos.
  1. Umuarama (PR)4.714 votos87,4%
  2. Londrina (PR)57 votos1,1%
  3. Curitiba (PR)53 votos1%
  4. Perobal (PR)36 votos0,7%
  5. Xambrê (PR)34 votos0,6%
  6. Outras 86 cidades279 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Professor Rigobello declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 162,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 734.780 na declaração)

Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2018.

  • Professor RigobelloR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 168,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Casa residencial alvenariaR$ 472 mil
    Casa
  2. Data de terras 09 quadra 17 zona 3R$ 274 mil
    Terreno rural
  3. Automovel corola xeiR$ 129,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Casa residencial alvenariaR$ 123,7 mil
    Casa
  5. Casa residencial alvenariaR$ 59,7 mil
    Casa
  6. Loja comercial 01R$ 53,3 mil
    Loja
  7. 1/3 Da dat de terras no 03R$ 6.337
    Terreno rural

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Rigobello declarou ao TSE R$ 149 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 117 mil, 52% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Paraná · PV · suplente

De onde veio

R$ 116,6 mil
52% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 116,6 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Verde - Parana - Pr - EstadualR$ 60,3 mil51,7%
  2. Próprio bolsoR$ 56,3 mil48,3%

Para onde foi

R$ 116,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 116,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 4.5243,9%
  2. OutrosR$ 3.3932,9%
  3. EscritórioR$ 51< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2018

Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Gleisi Lula, gastou R$ 9,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 9,70.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 46 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 859 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.