Apuração
Vereador · 2004 · PV

Raimundo Gonçalves Siqueira

nasceu em 1951

Raimundo Gonçalves Siqueira se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2004PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PV.

Dep. estadualVereadorPartidoPV20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 53 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PV 43234· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PV 43111· centro-esquerda· na urna, Professor Raimundo Siqueira
    suplente1.889 votos; 348º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Raimundo Gonçalves Siqueira teve 1.889 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 348º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 95 cidades. Belo Horizonte deu 49,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,1%.

1.889 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.889 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)926 votos49%
  2. Carmo do Paranaíba (MG)174 votos9,2%
  3. Santa Luzia (MG)128 votos6,8%
  4. José Raydan (MG)100 votos5,3%
  5. Santa Maria do Suaçuí (MG)66 votos3,5%
  6. Outras 80 cidades205 votos10,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Raimundo Gonçalves Siqueira declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PV · suplente

De onde veio

R$ 2.199
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.199
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2004

Mediana da disputa: R$ 48,8 por voto. Quem venceu, Paulo Lamac, gastou R$ 22,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 22,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 267 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 1.592 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.