Professor Pedro Paulo
Pedro Paulo Farias de Oliveira · nasceu em 1973
Professor Pedro Paulo se candidatou em 8 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · AlagoasPT 13321· esquerda· na urna, Pedro Paulosuplente1.071 votos; 85º mais votado de 281 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · AlagoasPT 13613· centro-esquerda· na urna, Pedro Paulocandidatura não chegou à urna
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Professor Pedro Paulo teve 1.071 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 85º lugar entre 281 candidatos.
Recebeu votos em 13 cidades. Delmiro Gouveia deu 80,1% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Pedro Paulo declarou R$ 202,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 38,4 mil acima da inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Professor Pedro Paulo declarou ao TSE R$ 134 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 55 mil, 70% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Delmiro Gouveia (AL) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Delmiro Gouveia (AL), 2024
Mediana da disputa: R$ 22,9 por voto. Quem venceu, Mareval Da Cohab Nova, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 920; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mara Marques PDTR$ 20 mil · 22 votosR$ 920
- Kananda Michelle PSBR$ 15 mil · 139 votosR$ 107
- Flavia Herminia MDBR$ 26 mil · 373 votosR$ 69,6
- Débora Victoria Da Saude MDBR$ 22 mil · 453 votosR$ 48,2
- Edna Do Tatuakara MDBR$ 76 mil · 2.410 votosR$ 31,5
- Simplesmente Jamil MDBR$ 26 mil · 1.114 votosR$ 23,4
- Wendel Emiliano PTR$ 13 mil · 573 votosR$ 22,9
- Fabiola Marques MDBR$ 33 mil · 1.649 votosR$ 19,9
- Everton Rocha PTR$ 13 mil · 823 votosR$ 15,9
- Gato MDBR$ 16 mil · 1.096 votosR$ 15
- Marcos Costa MDBR$ 21 mil · 1.850 votosR$ 11,5
- Mareval Da Cohab Nova MDBR$ 14 mil · 1.353 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2024, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.