Professor Pedro
Jose Pedro Coelho Junior · nasceu em 1984
Professor Pedro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PDT (2008–2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Pedro declarou R$ 953,7 mil em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 759,6 mil acima da inflação.
Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Professor PedroR$ 953,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 649,9 milCasa
- 2 Terrenos no residencial park jardinsR$ 146,2 milTerreno
- Carro prisma ltz ano 2015R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro kia picanto 2012R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro prisma ltz 2011R$ 35,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Pedro declarou ao TSE R$ 86 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 56 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Açailândia (MA) · AGIR · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 9.71555,9%
- Próprio bolsoR$ 7.37942,5%
- Outros candidatosR$ 2401,4%
- PartidoR$ 320,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 6.47737,3%
- TransporteR$ 5.58632,2%
- PessoalR$ 3.23818,6%
- Material impressoR$ 1.81010,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1620,9%
- EscritórioR$ 920,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Açailândia (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 43 por voto. Quem venceu, Ancelmo, gastou R$ 30,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 30,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastor Vagnaldo PROSR$ 62 mil · 577 votosR$ 108
- Heliomar REPUBLICANOSR$ 70 mil · 821 votosR$ 85,4
- Lennilda PVR$ 69 mil · 889 votosR$ 77,8
- Ceará AVANTER$ 52 mil · 997 votosR$ 51,7
- Jarlis Adelino MOBILIZAR$ 42 mil · 859 votosR$ 48,4
- Fanio Mania REPUBLICANOSR$ 46 mil · 1.062 votosR$ 43,6
- Irmao Jorge PODER$ 52 mil · 1.219 votosR$ 43
- Márcio Aníbal SOLIDARIEDADER$ 50 mil · 1.409 votosR$ 35,8
- Marquinho PC do BR$ 39 mil · 1.135 votosR$ 34,6
- Dr. Adjackson PPR$ 39 mil · 1.249 votosR$ 31,2
- Carlinhos PTBR$ 42 mil · 1.351 votosR$ 30,8
- Ancelmo CIDADANIAR$ 46 mil · 1.498 votosR$ 30,6
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.