Apuração
Deputado federal · 2018 · PSOL

Professor Pc

Paulo Cesar Martimiano · nasceu em 1988

Professor Pc disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (São Paulo), pelo PSOL: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,74← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSOL2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 30 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5096· esquerda
    suplente945 votos; 859º mais votado de 1.483 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professor Pc teve 945 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 859º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 127 cidades. São Paulo deu 24,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,9%.

945 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 945 votos.
  1. São Paulo (SP)231 votos24,4%
  2. Luís Antônio (SP)157 votos16,6%
  3. Itápolis (SP)94 votos9,9%
  4. Guarulhos (SP)26 votos2,8%
  5. Ribeirão Preto (SP)23 votos2,4%
  6. Outras 112 cidades266 votos28,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Professor Pc declarou R$ 108,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 108,1 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 71.024 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Professor PcR$ 108,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 108,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 46,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. #Nulo#R$ 31,8 mil
    Caderneta de poupança
  3. #Nulo#R$ 16,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 9.094
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. #Nulo#R$ 4.452
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Professor Pc declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · São Paulo · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 2.571
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.571.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 2.45595,5%
  2. Fundo partidárioR$ 1154,5%

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Celso Russomanno, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.