Professor Paulo Basso
Paulo Cesar Cristofano Basso · nasceu em 1979
Professor Paulo Basso se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPC do B 65365· esquerda· na urna, Paulo Bassosuplente1.069 votos; 479º mais votado de 942 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPC do B 65365· esquerda· na urna, Paulo Bassosuplente664 votos; 550º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Professor Paulo Basso teve 1.069 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 479º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 21 cidades. Poços de Caldas deu 94,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Paulo Basso declarou R$ 8.619 em bens, em reais de hoje.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Professor Paulo BassoR$ 8.619
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Paulo Basso declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Poços de Caldas (MG) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.34885,5%
- PessoasR$ 56614,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.52075%
- ServiçosR$ 81224,2%
- EscritórioR$ 300,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Poços de Caldas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 51,8 por voto. Quem venceu, Douglas Dofu, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 624; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zilda Fonseca REPUBLICANOSR$ 21 mil · 34 votosR$ 624
- Rita REPUBLICANOSR$ 22 mil · 36 votosR$ 599
- Adriana REPUBLICANOSR$ 28 mil · 73 votosR$ 387
- Adriana Nosso Lar REPUBLICANOSR$ 21 mil · 124 votosR$ 171
- Fabiana Matos REPUBLICANOSR$ 21 mil · 164 votosR$ 129
- Alvaro Cagnani PSDBR$ 38 mil · 713 votosR$ 53
- Vanessa Miguel NOVOR$ 23 mil · 446 votosR$ 51,8
- Dr Amauri REPUBLICANOSR$ 25 mil · 481 votosR$ 51
- Pedrinho Da Zona Sul REPUBLICANOSR$ 26 mil · 532 votosR$ 49,6
- Paulo Tadeu PTR$ 22 mil · 484 votosR$ 45
- Dra Regina Cioffi PPR$ 27 mil · 812 votosR$ 32,7
- Douglas Dofu DEMR$ 27 mil · 1.044 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 113 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.