Professor Patricio
Severino Patricio Neto · nasceu em 1966
Professor Patricio se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PDT (2008), PSDB (2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Patricio declarou R$ 710 mil em bens, em reais de hoje: 87 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 453,8 mil acima da inflação.
Declarou 87 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Professor PatricioR$ 710 mil
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Patricio declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Capim (PB) · PTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Capim (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Ze Ramos, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,8; o mais barato, R$ 9,45.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dinda PPR$ 3,6 mil · 113 votosR$ 31,8
- Galego De Gordo SOLIDARIEDADER$ 3,3 mil · 112 votosR$ 29,5
- Tereza Carvalho PSDBR$ 4,5 mil · 183 votosR$ 24,8
- Irmã Fátima PLR$ 1,3 mil · 57 votosR$ 22
- Neto Chaves MDBR$ 3,7 mil · 180 votosR$ 20,4
- Alessandro Lima REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 220 votosR$ 15
- Raphael Dutra PDTR$ 2 mil · 146 votosR$ 13,8
- Nil PSDBR$ 3,4 mil · 253 votosR$ 13,4
- Socorro MDBR$ 1,7 mil · 139 votosR$ 12,1
- Ze Ramos PPR$ 2,3 mil · 191 votosR$ 11,9
- Junior De Vavá PSBR$ 1,5 mil · 132 votosR$ 11,3
- Jânio Do Mercadinho SOLIDARIEDADER$ 1,2 mil · 124 votosR$ 9,45
Votos por real
- 2016, vereador: 3 votos por R$ 1.000, 7% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.