Professor Pacheco
Sérgio Rogério Pacheco · nasceu em 1960
Professor Pacheco se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Professor Pacheco declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Professor PachecoR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Casa rua elvira richter virmondR$ 370,8 milImóveis
- Apartamento cachoeira do bom jesusR$ 368,7 milImóveis
- Apartamento 203 agra florianópolis/scR$ 350,5 milImóveis
- Automóvel ford focus 1.6 hatch 04/05R$ 107 milVeículos, barcos e aeronaves
- Consórcio servopaR$ 44,1 milCréditos e direitos
- Saldo em poupança corrente no bescR$ 5.608Dinheiro e aplicações
- Saldo em caderneta de poupança no banco do brasilR$ 5.013Dinheiro e aplicações
- Saldo em caderneta de poupança na CEFR$ 456Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Pacheco declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Bento do Sul (SC) · PP · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 5.36039,7%
- Próprio bolsoR$ 4.36432,3%
- Outros candidatosR$ 2.16916,1%
- PessoasR$ 1.60611,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.28431,7%
- TransporteR$ 3.74827,8%
- Material impressoR$ 3.73527,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.3399,9%
- EscritórioR$ 3942,9%
Quanto custou cada voto: vereador, São Bento do Sul (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 44,1 por voto. Quem venceu, Doutor Tomazini, gastou R$ 25 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,4; o mais barato, R$ 25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mauro Oribka PSDBR$ 40 mil · 407 votosR$ 98,4
- Teresinha Schmitt DEMR$ 37 mil · 438 votosR$ 83,8
- Pedrozo PTR$ 56 mil · 753 votosR$ 74,8
- Cesar Godoy DEMR$ 36 mil · 521 votosR$ 68,8
- Sergio Celeski MDBR$ 42 mil · 670 votosR$ 62,8
- Pastor Elizeu MDBR$ 34 mil · 712 votosR$ 47,3
- Lirio Volpi MDBR$ 54 mil · 1.215 votosR$ 44,1
- Professor Josias DEMR$ 35 mil · 842 votosR$ 41,6
- Tadeu PTR$ 56 mil · 1.367 votosR$ 41,1
- Luiz Sieves MDBR$ 51 mil · 1.290 votosR$ 39,3
- Marcio Dreveck PPR$ 35 mil · 940 votosR$ 37,7
- Doutor Tomazini DEMR$ 45 mil · 1.810 votosR$ 25
Votos por real
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.