Professor Neno
Jose Aparecido Chink · nasceu em 1964
Professor Neno se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004–2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Mato Grosso do SulPT 13622· centro-esquerda· na urna, Prof. Nenosuplente2.431 votos; 75º mais votado de 172 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Professor Neno teve 2.431 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 75º lugar entre 172 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Jardim deu 74,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Neno declarou R$ 222,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 90,2 mil acima da inflação.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Professor NenoR$ 222,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Professor Neno declarou ao TSE R$ 339 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 172 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jardim (MS) · PTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 5.73281%
- ServiçosR$ 1.34419%
Quanto custou cada voto: vereador, Jardim (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 75,1 por voto. Quem venceu, Tereza Moreira, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 404; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cida Do Bairro PSLR$ 11 mil · 28 votosR$ 404
- Myrlla Insfran PSLR$ 11 mil · 36 votosR$ 314
- Magali Franco PSLR$ 16 mil · 55 votosR$ 283
- Katia Farias DEMR$ 9,6 mil · 59 votosR$ 163
- Zé Preto PSDR$ 14 mil · 146 votosR$ 94,7
- Renato Miranda DEMR$ 14 mil · 187 votosR$ 75,1
- Val Martins REPUBLICANOSR$ 8,8 mil · 140 votosR$ 62,7
- Rosi PSDBR$ 14 mil · 349 votosR$ 40,6
- Eduardo Nardon PPR$ 11 mil · 349 votosR$ 30,4
- Glaucio Cabreira PSDBR$ 17 mil · 576 votosR$ 30,3
- Tereza Moreira DEMR$ 9,9 mil · 356 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 6,4 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.