Professor Nagibe
Nagibe Nunes de Melo · nasceu em 1960
Professor Nagibe se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · CearáPC do B 65631· esquerdasuplente1.234 votos; 207º mais votado de 543 no estado
- 2002Deputado estadual · CearáPC do B 65631· esquerdasuplente1.312 votos; 172º mais votado de 397 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Professor Nagibe teve 1.234 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 207º lugar entre 543 candidatos.
Recebeu votos em 30 cidades. Itapipoca deu 82,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Professor Nagibe declarou R$ 11 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 54,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2012.
- Professor NagibeR$ 11 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Nagibe declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Itapipoca (CE) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,7 mil88,5%
- Outros candidatosR$ 2.16611,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 13,9 mil73,6%
- Material impressoR$ 4.93926,2%
- OutrosR$ 350,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Itapipoca (CE), 2012
Mediana da disputa: R$ 29,2 por voto. Quem venceu, Flailton, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,1; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dr. Valter PVR$ 119 mil · 1.880 votosR$ 63,1
- Adams Castro PTR$ 79 mil · 1.606 votosR$ 49,2
- Luis Carlos Goes PSDBR$ 75 mil · 1.721 votosR$ 43,5
- Renan Barroso PSBR$ 34 mil · 799 votosR$ 42,5
- Eucario PTR$ 52 mil · 1.575 votosR$ 33,2
- Rubens PSDBR$ 41 mil · 1.415 votosR$ 29,2
- Gustavo Barroso PVR$ 75 mil · 2.679 votosR$ 28,1
- Pequeno Do Pt PTR$ 63 mil · 2.500 votosR$ 25
- Nildo Do Pt PTR$ 40 mil · 1.628 votosR$ 24,6
- Paulinha Braga PSDR$ 34 mil · 1.963 votosR$ 17,3
- Flailton PDTR$ 37 mil · 2.393 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 312 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 432 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.