Professor Moacyr
Moacyr Américo da Silva · nasceu em 1957
Professor Moacyr se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Moacyr declarou R$ 765,6 mil em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 130,2 mil acima da inflação.
Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Professor MoacyrR$ 765,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Moacyr declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,7 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itanhaém (SP) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.02961,8%
- PessoalR$ 46628%
- ServiçosR$ 16710%
- EscritórioR$ 40,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Itanhaém (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 47,8 por voto. Quem venceu, Bibão, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 144; o mais barato, R$ 18,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pastor Isaac PODER$ 38 mil · 262 votosR$ 144
- João Rossmann MDBR$ 47 mil · 532 votosR$ 87,9
- Henrique Garzon PODER$ 55 mil · 707 votosR$ 77,6
- José Roberto Jr CIDADANIAR$ 56 mil · 819 votosR$ 68
- Lucas Abbasi PSDBR$ 86 mil · 1.652 votosR$ 52
- Dr Carlos PSDBR$ 54 mil · 1.140 votosR$ 47,8
- Naldo Bodeguita PSDBR$ 59 mil · 1.380 votosR$ 42,5
- Wilson Rh MDBR$ 37 mil · 875 votosR$ 42,1
- Hugo Di Lallo CIDADANIAR$ 43 mil · 1.142 votosR$ 37,3
- Arlindo Martins SOLIDARIEDADER$ 27 mil · 1.056 votosR$ 25,8
- Bibão PSDBR$ 28 mil · 1.508 votosR$ 18,4
Votos por real
- 2020, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 361 votos por R$ 1.000, 9,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.