Professor Miguel Dittrich
Miguel Angelo Dittrich · nasceu em 1963
Professor Miguel Dittrich se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, superior completo, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Santa CatarinaPT 13222· centro-esquerda· na urna, Professor Miguelsuplente1.875 votos; 171º mais votado de 301 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Professor Miguel Dittrich teve 1.875 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 171º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 65 cidades. Mafra deu 80,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Professor Miguel Dittrich declarou R$ 216,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 93,2 mil acima da inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- Professor Miguel DittrichR$ 216,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Miguel Dittrich declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Mafra (SC) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11,5 mil84,9%
- PartidoR$ 1.42310,5%
- PessoasR$ 4333,2%
- Outros candidatosR$ 1861,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 12,5 mil92,3%
- ServiçosR$ 5424%
- TransporteR$ 4963,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Mafra (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 66,8 por voto. Quem venceu, Vicente Saliba, gastou R$ 31,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.050; o mais barato, R$ 31,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elizabeth MOBILIZAR$ 34 mil · 32 votosR$ 1.050
- Alessandra Pereira PSDBR$ 36 mil · 172 votosR$ 212
- Rafinha PPR$ 40 mil · 248 votosR$ 161
- Professora Enezita PSDBR$ 38 mil · 298 votosR$ 127
- Rochinha PSDBR$ 37 mil · 363 votosR$ 103
- Clecio Witt PSDR$ 54 mil · 598 votosR$ 89,6
- Wilson Kuiava PSCR$ 33 mil · 487 votosR$ 66,8
- Nader PSDR$ 51 mil · 806 votosR$ 63,8
- Schelbauer PSDBR$ 40 mil · 848 votosR$ 46,8
- Erlon Veiga REPUBLICANOSR$ 35 mil · 821 votosR$ 42,7
- Werka PLR$ 40 mil · 1.000 votosR$ 40,5
- Vicente Saliba PDTR$ 58 mil · 1.805 votosR$ 31,9
Votos por real
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.