Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Professor Mario

Mário Pafej Manoel Antonio · nasceu em 1954

Professor Mario se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DEM.

VereadorPartidoDEM200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, ensino médio, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Cacique Doble (RS)
    DEM 25610· direita
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Cacique Doble (RS)
    DEM 25620· direita
    suplente101 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Mario declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Cacique Doble (RS) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 177
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 177.
  1. PessoasR$ 9654,5%
  2. Próprio bolsoR$ 8045,5%

Para onde foi

R$ 177
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 177.
  1. OutrosR$ 9654,5%
  2. EscritórioR$ 8045,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Cacique Doble (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 30,5 por voto. Quem venceu, Leandro, gastou R$ 18,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 18,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Adroaldo MDBR$ 5,6 mil · 29 votosR$ 194
  • Valdecir DEMR$ 3,4 mil · 29 votosR$ 117
  • Aldonir PDTR$ 5,3 mil · 88 votosR$ 60,5
  • Mazete MDBR$ 3,3 mil · 76 votosR$ 43,3
  • Tonho MDBR$ 3,6 mil · 107 votosR$ 33,5
  • Fofo MDBR$ 4,4 mil · 132 votosR$ 33,5
  • Pedro Reginato MDBR$ 3,5 mil · 115 votosR$ 30,5
  • Nego MDBR$ 3,6 mil · 171 votosR$ 21,2
  • Gavião PTR$ 4,7 mil · 225 votosR$ 21,1
  • Chiquinho DEMR$ 4,6 mil · 219 votosR$ 21
  • Mela PTR$ 3,6 mil · 185 votosR$ 19,4
  • Leandro MDBR$ 3,4 mil · 187 votosR$ 18,2

Votos por real

  • 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.