Apuração
Deputado federal · 2022 · PP

Professor Marcos Vargas

Marcos Aparecido Vargas · nasceu em 1964

Professor Marcos Vargas disputou uma eleição, em 2022, para deputado federal (São Paulo), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,63← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPP2022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 58 anos, superior completo, diretor de estabelecimento de ensino, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · São Paulo
    PP 1178· direita
    suplente797 votos; 807º mais votado de 1.429 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Professor Marcos Vargas teve 797 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 807º lugar entre 1.429 candidatos.

Recebeu votos em 70 cidades. Presidente Epitácio deu 26,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,1%.

797 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 797 votos.
  1. Presidente Epitácio (SP)212 votos26,6%
  2. Andradina (SP)145 votos18,2%
  3. Pereira Barreto (SP)136 votos17,1%
  4. Nova Independência (SP)56 votos7%
  5. São Paulo (SP)44 votos5,5%
  6. Outras 55 cidades95 votos11,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Professor Marcos Vargas declarou R$ 99,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 99,4 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 82.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2022.

  • Professor Marcos VargasR$ 99,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 147 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 99,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2022, Professor Marcos Vargas declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, em reais de hoje.

2022 · Deputado federal · São Paulo · PP · suplente

De onde veio

R$ 17,2 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,2 mil.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 11,5 mil67,2%
  2. Próprio bolsoR$ 5.62132,8%

Para onde foi

R$ 5.140
O maior gasto foi com serviços: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.140.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.96377,1%
  2. Material impressoTudo de Grafica Epitaciana LtdaR$ 1.17722,9%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2022

Mediana da disputa: R$ 31,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Boulos, gastou R$ 3,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 513; o mais barato, R$ 3,39.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 155 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.