Professor Márcio Prette
Márcio Rodrigo Chiozi Prette · nasceu em 1979
Professor Márcio Prette se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSD (2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Márcio Prette declarou R$ 533,2 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 335,7 mil acima da inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Professor Márcio PretteR$ 533,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa localizada na Rua José Vieira da Costa n. 660R$ 221,2 milCasa
- Casa financiada pela CAIXA ECONOMICA FEDERALR$ 198,6 milCasa
- Honda civic lxs 1.8 2014/2015R$ 79 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Doação de R$60.000R$ 27,4 milCaderneta de poupança
- Uma moto 150 HONDA 2011 RENAVAM 00392792648R$ 7.039Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Márcio Prette declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 3,2 mil, 9,7% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Dracena (SP) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.13435,8%
- Outros candidatosR$ 99131,3%
- PessoasR$ 73623,2%
- Fundo eleitoralR$ 3099,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 94184,3%
- OutrosR$ 17015,2%
- EscritórioR$ 60,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Dracena (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 39,4 por voto. Quem venceu, Vitin Palhares, gastou R$ 5,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.604; o mais barato, R$ 5,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ester De Oliveira PSDBR$ 24 mil · 15 votosR$ 1.604
- Marcolino Do Gás MDBR$ 8,5 mil · 64 votosR$ 133
- Vânia Xuxa Do Brasilândia MDBR$ 7,1 mil · 55 votosR$ 129
- Professora Tatiana MDBR$ 7,1 mil · 58 votosR$ 122
- Cido Celestino PSDBR$ 16 mil · 134 votosR$ 116
- Sara Scarabelli PODER$ 17 mil · 363 votosR$ 47
- Dr. Sérgio PVR$ 12 mil · 307 votosR$ 39,4
- Rodrigo Castilho PSDBR$ 6,9 mil · 539 votosR$ 12,8
- Pedro Trabuco PSBR$ 5,8 mil · 489 votosR$ 11,8
- Melão PPR$ 3,8 mil · 470 votosR$ 8,11
- Danilo Ledo DEMR$ 3,9 mil · 563 votosR$ 6,91
- Vitin Palhares PPR$ 3,8 mil · 742 votosR$ 5,16
Votos por real
- 2020, vereador: 233 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 250 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.