Professor Márcio
Marcio José da Silva · nasceu em 1954
Professor Márcio se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 50 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · ParanáPDT 12233· centro-esquerdasuplente11.499 votos; 109º mais votado de 434 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Professor Márcio teve 11.499 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 109º lugar entre 434 candidatos.
Recebeu votos em 152 cidades. Palotina deu 69,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Márcio declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Palotina (PR) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.00764,8%
- TransporteR$ 2.17335,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Palotina (PR), 2004
Mediana da disputa: R$ 35,9 por voto. Quem venceu, Eurico Cabelereiro, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 207; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Severino Genero MDBR$ 21 mil · 100 votosR$ 207
- Boff MDBR$ 19 mil · 104 votosR$ 182
- Jonas Vendruscolo DEMR$ 46 mil · 554 votosR$ 83,5
- Léo Pedron PPR$ 20 mil · 340 votosR$ 57,5
- Professora Eleci MDBR$ 25 mil · 559 votosR$ 44,9
- Toninho PTBR$ 41 mil · 976 votosR$ 42,4
- Adilson Berger PSBR$ 6,8 mil · 189 votosR$ 35,9
- Jovair Alves Moreira PSDBR$ 8,8 mil · 290 votosR$ 30,5
- Gilmar Hinkel MDBR$ 17 mil · 612 votosR$ 28
- Nico Manfroi MDBR$ 24 mil · 1.103 votosR$ 21,5
- Lourival Gabriel PPR$ 13 mil · 673 votosR$ 18,8
- Eurico Cabelereiro PSDBR$ 11 mil · 628 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 275 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.