Professor Marcelo Diniz
Marcelo Diniz da Silva · nasceu em 1970
Professor Marcelo Diniz se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PT (2004), PTB (2008), PP (2012–2016), DEM (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, preta em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Marcelo Diniz declarou R$ 68 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 60,7 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Professor Marcelo DinizR$ 68 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Hyundai tucson gl 20L 2010R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat/fiorino ie 2001R$ 17,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda fan 150 2010R$ 9.545Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BanrisulR$ 552Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Professor Marcelo Diniz declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 17 mil, 95% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Santa Cruz do Sul (RS) · PL · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 16,4 mil94,9%
- PessoasR$ 8785,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 7.00040,5%
- Material impressoR$ 4.61226,7%
- PessoalR$ 3.82822,1%
- InternetR$ 1.72610%
- TransporteR$ 1180,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Cruz do Sul (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 41,2 por voto. Quem venceu, Nicole Weber, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celoi Santos PLR$ 40 mil · 376 votosR$ 108
- Jaque Marques PODER$ 40 mil · 399 votosR$ 100
- Zeno Assmann PLR$ 37 mil · 466 votosR$ 79,3
- Henrique Hermany PPR$ 52 mil · 791 votosR$ 65,9
- Prissila Bordignon PLR$ 55 mil · 893 votosR$ 62,1
- Daiton Mergen PODER$ 43 mil · 778 votosR$ 55,6
- Abel Trindade PLR$ 39 mil · 938 votosR$ 41,2
- Raul Fritsch REPUBLICANOSR$ 36 mil · 1.106 votosR$ 32,7
- Alberto Heck PTR$ 40 mil · 1.295 votosR$ 30,5
- Edson Azeredo PLR$ 40 mil · 1.666 votosR$ 23,9
- Bruna Molz REPUBLICANOSR$ 54 mil · 2.766 votosR$ 19,7
- Nicole Weber PODER$ 56 mil · 3.749 votosR$ 15
Votos por real
- 2024, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.