Professor Manoel
Manoel Rodrigues Machado · nasceu em 1973
Professor Manoel se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Manoel declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 65,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Professor ManoelR$ 48,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Manoel declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Juvenília (MG) · PSC · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.01971,3%
- PessoasR$ 1.61928,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.07654,6%
- ServiçosR$ 1.61928,7%
- Material impressoR$ 94216,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Juvenília (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,3 por voto. Quem venceu, Marlon, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,9; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joaquim De Barra Limpa PSBR$ 4,7 mil · 47 votosR$ 99,9
- Valdelice DEMR$ 5,5 mil · 80 votosR$ 69,1
- Beto De Juraci PSCR$ 4,5 mil · 111 votosR$ 40,8
- Adailson Pina PTR$ 4,5 mil · 123 votosR$ 36,7
- Paulinho Marinho PTBR$ 12 mil · 344 votosR$ 34,8
- Leilany Lacerda PLR$ 4,7 mil · 136 votosR$ 34,3
- Leandro De Maçú SOLIDARIEDADER$ 6,2 mil · 191 votosR$ 32,3
- Luiz De Galego REPUBLICANOSR$ 11 mil · 355 votosR$ 31,9
- Jarley DEMR$ 10 mil · 375 votosR$ 27,4
- Didi De Nêga DEMR$ 8,4 mil · 367 votosR$ 22,9
- Marlon PSCR$ 3,8 mil · 318 votosR$ 12
Votos por real
- 2012, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.