Apuração
Vereador · 2012 · PHS

Professor Manoel

Manoel Nunes Sobrinho · nasceu em 1956

Professor Manoel se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2012PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), PHS (2012).

VereadorPartidoCIDADANIAPHS20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Nova Mamoré (RO)
    PHS 31111· centro-direita
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Nova Mamoré (RO)
    CIDADANIA 23333· centro
    suplente216 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Professor Manoel declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.

R$ 219,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2012.

  • Professor ManoelR$ 219,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 83,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 195 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 219,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Manoel declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Nova Mamoré (RO) · PHS · suplente

De onde veio

R$ 836
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 836.
  1. Próprio bolsoR$ 75890,7%
  2. PessoasR$ 789,3%

Para onde foi

R$ 836
O maior gasto foi com transporte: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 836.
  1. TransporteR$ 75890,7%
  2. Material impressoR$ 789,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Mamoré (RO), 2012

Mediana da disputa: R$ 69,4 por voto. Quem venceu, Teixeira Ou Teixeirao, gastou R$ 25,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 277; o mais barato, R$ 25,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.