Professor Luiz Paixão
Luiz Carlos Paixão da Rocha · nasceu em 1967
Professor Luiz Paixão se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado federal · ParanáPT 1350· centro-esquerda· na urna, Professor Luiz Paixaosuplente16.989 votos; 61º mais votado de 265 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Professor Luiz Paixão teve 16.989 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 265 candidatos.
Recebeu votos em 336 cidades. Curitiba deu 22,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 59,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Professor Luiz Paixão declarou R$ 43,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2012, o total caiu R$ 27,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- Professor Luiz PaixãoR$ 43,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Luiz Paixão declarou ao TSE R$ 375 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 200 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Curitiba (PR) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 99,6 mil49,7%
- EmpresasR$ 59,1 mil29,5%
- Próprio bolsoR$ 25,3 mil12,6%
- PartidoR$ 9.5764,8%
- Outros candidatosR$ 6.6353,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 88,8 mil44,3%
- TransporteR$ 37,4 mil18,7%
- PessoalR$ 25,4 mil12,7%
- EscritórioR$ 21,5 mil10,7%
- EventosR$ 16,7 mil8,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,4 mil5,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2012
Mediana da disputa: R$ 94,7 por voto. Quem venceu, Felipe Braga Cortes, gastou R$ 43,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 235; o mais barato, R$ 43,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosa Maria Chiamulera PDTR$ 421 mil · 1.788 votosR$ 235
- Bruno Pessuti PSCR$ 1,1 milhão · 4.691 votosR$ 230
- Roni Barbosa PTR$ 459 mil · 2.064 votosR$ 223
- Hélio Cury PDTR$ 357 mil · 2.329 votosR$ 153
- Roseli Isidoro PTR$ 483 mil · 3.373 votosR$ 143
- Pier PTBR$ 649 mil · 6.132 votosR$ 106
- Juliano Borghetti PPR$ 361 mil · 3.809 votosR$ 94,7
- Pedro Paulo PTR$ 403 mil · 4.853 votosR$ 83
- Jair Cezar PSDBR$ 360 mil · 6.020 votosR$ 59,8
- Helio Wirbiski CIDADANIAR$ 442 mil · 7.728 votosR$ 57,2
- Sabino Picolo DEMR$ 397 mil · 7.388 votosR$ 53,8
- Felipe Braga Cortes PSDBR$ 439 mil · 10.045 votosR$ 43,7
Votos por real
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 102 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.