Professor Luciano Coelho
Luciano Coelho de Oliveira · nasceu em 1971
Professor Luciano Coelho se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2002), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2002Deputado estadual · TocantinsPSDB 45111· centro-direita· na urna, Luciano Coelhosuplente1.299 votos; 85º mais votado de 264 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Professor Luciano Coelho teve 1.299 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 85º lugar entre 264 candidatos.
Recebeu votos em 73 cidades. Palmas deu 39,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Luciano Coelho declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2016.
- Professor Luciano CoelhoR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 48,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,7 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Luciano Coelho declarou ao TSE R$ 128 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 78 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Palmas (TO) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 47,8 mil60,9%
- Próprio bolsoR$ 28,4 mil36,2%
- Outros candidatosR$ 2.2802,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 41,5 mil52,8%
- TransporteR$ 14,5 mil18,5%
- ServiçosR$ 10,5 mil13,4%
- Material impressoR$ 7.7019,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.6673,4%
- OutrosR$ 1.6292,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmas (TO), 2016
Mediana da disputa: R$ 91,2 por voto. Quem venceu, Leo Barbosa, gastou R$ 43,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 608; o mais barato, R$ 43,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Lazara PATRIOTAR$ 110 mil · 181 votosR$ 608
- Hiram Gomes PSDBR$ 270 mil · 1.108 votosR$ 244
- Diogo Fernandes PSDR$ 229 mil · 1.636 votosR$ 140
- Filipe DCR$ 165 mil · 1.418 votosR$ 116
- Laudecy Coimbra SOLIDARIEDADER$ 185 mil · 1.784 votosR$ 104
- Tiago Andrino PSBR$ 229 mil · 2.499 votosR$ 91,8
- Joel Borges MOBILIZAR$ 132 mil · 1.443 votosR$ 91,2
- Filipe Martins PSCR$ 161 mil · 1.831 votosR$ 87,7
- Folha PSDR$ 151 mil · 1.758 votosR$ 86
- Rogerio Freitas MDBR$ 139 mil · 2.253 votosR$ 61,6
- Etinho Nordeste PTBR$ 111 mil · 1.977 votosR$ 56,1
- Leo Barbosa SOLIDARIEDADER$ 117 mil · 2.678 votosR$ 43,7
Votos por real
- 2016, vereador: 7,5 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.