Apuração
Vereador · 2004 · PT

Professor Lauro

Lauro Luiz Friedrich · nasceu em 1960

Professor Lauro se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 43 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Canoinhas (SC)
    PT 13123· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2002
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PT 13258· centro-esquerda· na urna, Prof. Lauro Friedrich
    suplente3.290 votos; 146º mais votado de 293 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Professor Lauro teve 3.290 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 146º lugar entre 293 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. Canoinhas deu 55,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.

3.290 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.290 votos.
  1. Canoinhas (SC)1.811 votos55%
  2. Três Barras (SC)711 votos21,6%
  3. Irineópolis (SC)287 votos8,7%
  4. Major Vieira (SC)181 votos5,5%
  5. Bela Vista do Toldo (SC)76 votos2,3%
  6. Outras 29 cidades45 votos1,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Lauro declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 13 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Canoinhas (SC) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 7.819
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.819
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.819.
  1. Material impressoR$ 3.27841,9%
  2. EscritórioR$ 2.34630%
  3. TransporteR$ 1.97125,2%
  4. PessoalR$ 2252,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Canoinhas (SC), 2004

Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Bene Carvalho, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,5; o mais barato, R$ 10,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 253 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.