Professor Jorginho
Jorge Ferreira Mendes · nasceu em 1943
Professor Jorginho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2004–2012), SOLIDARIEDADE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulPV 43789· centro-esquerdanão eleito170 votos; 194º mais votado de 240 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Mato Grosso do SulPV 43789· centro-esquerdanão eleito266 votos; 133º mais votado de 172 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Professor Jorginho teve 170 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 194º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 11 cidades. Iguatemi deu 52,4% deles.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Jorginho declarou R$ 4.874 em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 2.544, já descontada a inflação.
Declarou 1% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Professor JorginhoR$ 4.874
- Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Jorginho declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Iguatemi (MS) · PV · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Iguatemi (MS), 2012
Mediana da disputa: R$ 210 por voto. Quem venceu, Dra Patricia, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 771; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dario Do Onibus PRPR$ 15 mil · 20 votosR$ 771
- Neri DEMR$ 14 mil · 20 votosR$ 717
- Enoch Da Civil PLR$ 16 mil · 22 votosR$ 714
- Cabo Ricardo PSDBR$ 19 mil · 39 votosR$ 479
- Cocão PRPR$ 14 mil · 34 votosR$ 421
- João Bardalatti PLR$ 14 mil · 58 votosR$ 247
- Professora Silvia PSDBR$ 14 mil · 68 votosR$ 210
- Mano REPUBLICANOSR$ 22 mil · 226 votosR$ 95,8
- Jean Da Auto Escola DEMR$ 17 mil · 201 votosR$ 83,5
- Dr.Ricardo Ribeiro DEMR$ 22 mil · 401 votosR$ 54,6
- Carlinhos Magro PSDBR$ 16 mil · 369 votosR$ 42,1
- Dra Patricia PSDBR$ 17 mil · 537 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2012, vereador: 7 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 7,1 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 5 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.