Apuração
Vereador · 2020 · PSOL

Professor Jonathan

Jonathan de Oliveira Mendonça · nasceu em 1989

Professor Jonathan se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,77← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSOL2016PSOL2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

VereadorPartidoPSOL20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 31 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSOL 50123· esquerda
    não eleito
  2. 2016
    PSOL 50000· esquerda
    não eleito575 votos
  3. 2012
    PSOL 50123· esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Jonathan declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Rio das Ostras (RJ) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 15,2 mil
91% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,2 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 13,9 mil91,1%
  2. VaquinhaR$ 1.3608,9%

Para onde foi

R$ 15,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,2 mil.
  1. PessoalR$ 6.96345,7%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 3.25521,3%
  3. InternetR$ 1.67711%
  4. Material impressoR$ 1.61310,6%
  5. ServiçosR$ 1.0026,6%
  6. RepassesR$ 4953,2%
  7. EscritórioR$ 2421,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Ostras (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 75,3 por voto. Quem venceu, Derlan Da Hora, gastou R$ 17,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 410; o mais barato, R$ 17,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Clayson Figueiredo PSOLR$ 35 mil · 85 votosR$ 410
  • Carlos Augusto MDBR$ 205 mil · 1.419 votosR$ 145
  • Misaias Machado PSCR$ 86 mil · 609 votosR$ 142
  • Dr. Rangel Da Rádio PSDR$ 40 mil · 342 votosR$ 116
  • Marciel PLR$ 93 mil · 1.005 votosR$ 92,9
  • Braga PSCR$ 58 mil · 681 votosR$ 85,5
  • Carvalhão PVR$ 99 mil · 1.311 votosR$ 75,3
  • Pastor Ronald MDBR$ 44 mil · 644 votosR$ 68,9
  • Mauricio Bm PVR$ 70 mil · 1.685 votosR$ 41,4
  • Betinho REPUBLICANOSR$ 19 mil · 788 votosR$ 23,5
  • Neizinho DCR$ 21 mil · 1.142 votosR$ 18,8
  • Derlan Da Hora PVR$ 20 mil · 1.188 votosR$ 17,2

Votos por real

  • 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 9,8 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.