Professor João Gualberto
João Gualberto Pereira Martins · nasceu em 1961
Professor João Gualberto se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor João Gualberto declarou R$ 689,5 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 158,2 mil acima da inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Professor João GualbertoR$ 689,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 1 casa de frenteR$ 430,9 milCasa
- 1 Carro caminhonete nissan brancaR$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1 casa de fundoR$ 71,8 milCasa
- 1 barracão de fundoR$ 43,1 milCasa
- 1 Carro t. bravo placa oqc 1078 brancaR$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1 carro voyagem placa JHX 6518 COR PRATAR$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor João Gualberto declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Riachinho (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 88038,3%
- Outros candidatosR$ 82636%
- PessoasR$ 59225,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 88539,8%
- PessoalR$ 73633,1%
- Material impressoR$ 59226,6%
- EscritórioR$ 110,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Riachinho (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 26,6 por voto. Quem venceu, Tonho Vila Nova, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,2; o mais barato, R$ 16,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ferrugem SOLIDARIEDADER$ 4,1 mil · 46 votosR$ 88,2
- Zé Renato SOLIDARIEDADER$ 3,4 mil · 55 votosR$ 61
- Lusmar Rodrigues AVANTER$ 6,3 mil · 111 votosR$ 56,3
- Marquim Gontijo SOLIDARIEDADER$ 5,1 mil · 127 votosR$ 40
- Hélio Motorista SOLIDARIEDADER$ 4 mil · 109 votosR$ 36,8
- José Geraldo Motorista MDBR$ 3,7 mil · 116 votosR$ 31,8
- João Carlos SOLIDARIEDADER$ 3,2 mil · 121 votosR$ 26,6
- Zezinho Do Buritizeiro MDBR$ 4,5 mil · 195 votosR$ 22,9
- Barbara Professora MDBR$ 3,8 mil · 185 votosR$ 20,5
- Rogerão MDBR$ 4,9 mil · 240 votosR$ 20,3
- Tonho Vila Nova SOLIDARIEDADER$ 3,2 mil · 158 votosR$ 20,3
- Professora Erica MDBR$ 3 mil · 175 votosR$ 16,9
Votos por real
- 2020, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.